sábado, 31 de outubro de 2009

Olá...(sou eu agora) heheh

Nome: Catarina Costa

Idade: 15
JPS: Ando no JPS há +/- 4 anos, já sou Kota (hey que fixe) =)

Paixões/Hobbies: Tocar viola, ouvir música, ler, Basquetebol, Amigos, All Stars, ver tv e tar no pc.

Defeito: Teimosa (mas nem sempre)

Qualidades: Determinada, adoro ajudar o próximo, generosa, querida (é o que dizem hehehe)

Para finalizar o JPS significa muito para mim porque 1º é uma forma de ajudar os outros, 2º porque me fez crescer enquanto pessoa e ao mesmo tempo penso um bocado nos outros e não só em mim, as amizades que se faz e ensina-me a viver melhor a minha vida.
(Não liguem á foto não tinha mais nenhuma de jeito)




sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Reunião

Olá



Espero que estejam todos bem, e bem dispostos!

Aproveito este nosso canal de comunicação que tem andado tão visitado para pôr à vossa consideração a possibilidade de uma nova reunião.
Vou tentar pôr aqui ao lado uma votação, para ser mais fácil vermos como está a tendência de disponibilidade... senão já sabem, basta responder a este post!

Beijinhos
Cristiana

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ola pessoal!!!!!!!!

Chegou finalmente a minha vez de me apresentar no blog :DD
Chamo-me Gisela, tenho 15 anos e ando nos jovens promotores de saúde há mais ou menos 4 anos. Já sou Kota o que é um orgulho para mim hehehe.
Ora bem o que posso dizer sobre mim......muita coisa e ao mesmo tempo nada.
As minhas paixões são: All stars; Tocar viola; Ler; Ouvir música; Escrever; JPS; Amigos;Basquetebol; (coisas normais de adolescentes :D)
Admito ás vezes consigo ser muito teimosa e chata. Sou bastante tímida, generosa, adoro ajudar os outros e adoro a minha maninha (já agora) hehe.
Por vezes sou faladora e por outras vezes sou muito caladinha.
O grupo JPS é importante para mim porque fez-me crescer um pouco mais como pessoa, fez-me pensar na vida e nso outros, fez-me novas amizades com outras pessoas o que torna tudo mais interessante hehe e acima de tudo ensina-me.

Acho que não falta nada :DD

Jantar JPS

Ainda não vamos ter jantar de JPS, mas vai reservando um tempinho...

Até lá...

Bom apetite:)
Bon apétit:)
津津有味 :)

domingo, 18 de outubro de 2009

Lisa...

Olá!

Eu sou a Lisa, tenho 19 anos e moro em Perafita-Matosinhos.
Actualmente estou no 2ºano da Licenciatura em Psicologia na Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa.
Os Jovens Promotores de Saúde surgiram quando eu estava na Escola Básica 2,3 de Perafita, ainda no 6ºano (bons tempos!). A curiosidade levou-me até ao grupo e aí começou a caminhada por esta tão nobre causa, a SAÚDE (a discussão que este termo pode dar, aii!).

E entre milhentos livros, cadernos, provas de avaliação psicológica, casos clínicos me tento definir, tarefa difícil porque a Psicologia está a deixar-me com tanto para fazer que nem sei por onde começar, mas lá me hei-de conseguir organizar.

Quem me conhece diria que não me calo assim que ganho confiança, que me preocupo com tudo e com todos e que adoro crianças.

O voluntariado tornou-se uma paixão e já não consigo viver sem dar um bocadinho de mim aos outros.

Os JPS são um desafio que é bom agarrar para CRESCER e APRENDER!


Uma boa semana,

Lisa

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Um docinho, para quem adoça desde há muito os JPS


Para a nossa coordenadora, numa altura em que celebra mais um belo aniversário, fica aqui uma pequena lembrança!

Quem quer deixar mais lembranças?

http://www.youtube.com/watch?v=ntlme8bh818

sábado, 10 de outubro de 2009

Olá!! =)

Bem como já devem ter reparado os primeiros postes de quase todos que aqui passaram foram essencialmente “apresentações” e eu não vou ser excepção à regra xD

Vou começar então por fazer uma breve apresentação da minha pessoa eheheh

Chamo-me Luísa Pinto, sou uma Jovem Promotora de saúde à mais o menos oito anos, comecei a participar no meu sétimo ano, lembro-me perfeitamente como se fosse hoje a minha professora de Ciências (Natércia Vieira) chegou à aula e falou de um grupo de jovens, os Jovens Promotores de Saúde, que tinham como objectivo traçar projectos e atingir objectivos! E que gostaria de reunir alguns alunos daquela turma para fazer parte desse grupo porque achava que éramos os indicados para o efeito =p, fiquei muito entusiasmada era pequenita, era uma coisa nova, adorei a ideia a aceitei na hora entrar nesse grupo e cá estou até hoje. Claro não tão assídua como antes, mas ao menos não desisti por completo! =)

Continuando com a apresentação, tenho 20 aninhos, neste momento estou a trabalhar numa loja de roupa, o que para mim até é bom porque sou um bocadinho vaidosa e até me dá jeito eheheh, o meu maior defeito é ser um pouco orgulhosa e teimosa, mas todos temos defeitos e temos de aprender a lidar com eles!

Por vezes por causa do trabalho não tenho muito tempo para comparecer a reuniões e fóruns dos J.P.S., mas no que puder ajudar eu cá estarei para o fazer =)

Agora falando de outros assuntos, queria desejar os meus parabéns à Cristiana, que hoje faz aninhos, espero que tenha um dia agradável na companhia de quem mais ama e que o dia lhe corra bem!

Gostaria de vos lembrar também que amanhã é dia de votos e que é um dever cívico votar! Quem tiver idade espero que não deixe de cumprir o seu dever, sei que no estado em que está Portugal nem sempre é fácil darmos um voto de confiança a alguém, mas mesmo que não votemos alguém vai lá parar! Por isso mais vale cumprirmos o nosso dever do que deixarmos nas mãos dos outros a nossa decisão =)
Quem não tiver idade, que espere mais uns aninhos pois o seu tempo chegará =p

Beijinhos para todos

Luísa

terça-feira, 6 de outubro de 2009

E que tal se...

Olá!

Espero que estejam todos bem.
Vou acompanhando diariamente os vossos posts e comentários e é muito bom registar que o blog vai ganhando vida e ficando cada vez mais com a vossa marca!
Mas hoje resolvi "meter a colher", aproveitando o post da Catarina... (com o qual é impossivel não ficar bem disposta... :) escreves tal e qual como falas!)

E que tal se...

.... cada um falasse dos desportos que já praticou ou dos que gostaria de praticar?

Ou se quiserem com ar de dinâmica de grupo:)

E que tal se...

... cada um respondesse à pergunta: "Se eu fosse um desporto seria... porque...."

E já agora, para divulgarmos aqui o nosso estaminé... podemos enviar o link aos nossos amigos para que eles também contribuam!

Beijinhos
Cristiana

sábado, 3 de outubro de 2009

E chegou a minha vez...

Olá!!

Pois que hoje chegou a minha vez de fazer as honras aqui no nosso estaminé, e é com muito prazer que o faço :)

Encontro-me perante uma tarefa complicada, porque as postagens anteriores são difíceis de igualar...mas a ideia era apresentar-me, e por isso, uma pequena biografia minha não me parece mal para começar!

Tenho 20 anos. E com muito orgulho faço parte dos Jovens Promotores de Saúde há 8, como podem ver, quase metade da minha vida :p

Eu sou o que se pode chamar "pessoa comunicativa" que é o mesmo que dizer que quando perco a timidez inicial que também me é característica (sim, eu sou tanto 8 quanto 80!) começo a tagarelar com as pessoas como se tivesse crescido com elas. Mas ao mesmo tempo sou envergonhada e, com grande pena minha, passo a vida a envergonhar-me a mim mesma! :S

Sou estudante de Direito, mas confesso que considero que as coisas nessa área andam bastante tortas...e talvez por isso mesmo eu tenha ido para lá, porque sou uma inconformada, se acho que as coisas estão mal, então são para mudar, não para manter...

Uma vez que sou uma Jovem Promotora de Saúde já com um certo estatuto neste grupo (estatuto apenas e só conseguido pelo número de anos que aqui tenho, mas eu gosto de pensar que é porque sou dedicada e trabalho muito, cof cof :p) posso dar-vos uma ideia saudável: NATAÇÃO!

Pois é, estou para aqui a tagarelar, a falar de mim, e acho apropriado informar toda a gente que tiver a paciência para me ler (obrigada, obrigada) que andei 10 anos na natação, e foi das melhores actividades que fiz! E atenção, isto vem de alguém cujo nome é sinónimo de preguiça em tudo o que implique desporto :p

E hoje, hoje mesmo, por isso a referência, regressei às piscinas! Para trabalhar o corpo numa bicicleta, dentro de água (que, aqui me confesso, eu não sei andar de bicicleta :S), e ajudar a mente, porque ao exercitar o corpo, a cabeça fica livre para reorganizar pensamentos ou apenas para não pensar em nada, dando-lhe o descanso que o dia a dia de estudante me impede de lhe dar!

Não há nada que faça melhor ao corpo que estar dentro de água. Seja no banho, seja a fazer exercício, a água mexe com todos os músculos e saímos revigorados de dentro dela!

Quem e que não se sente melhor após um banho, ao fim de um dia cansativo? :p

Por isso vão, não só porque vos fará bem, mas para eu me sentir melhor também, por saber que não serei a única novata naquelas aulas, que se desequilibra da bicicleta e diz ao professor (lá está, eu passo a vida a envergonhar-me), quando ele diz:
"Estes sapatos são o 40, que número calça?"
"O 47"
Ao que ele responde, depois de se rir e olhar para os meus pés:
"O 37 é?"
"Sim sim, desculpe :S"

Agora já sabem mais sobre mim...que recomecei com o desporto, tudo por uma vida saudável; e que, ao contrário de ter um pé gigante que não iria caber nos pedais da bicicleta, tenho um pezito de tamanho normal :p

E vêem? Eu disse que era tagarela. Aqui está um texto quase sem interesse nenhum, cheio de informações minhas pelo meio, mas que espero que ao menos vos faça sorrir, já que a mim fez, enquanto o escrevia :p

Ah! A propósito...

Chamo-me Catarina :)


Prazer :p

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Aqui, diante de mim

Aqui, diante de mim,
Eu, pecador, me confesso
De ser assim como sou.
Me confesso o bom e o mau
Que vão ao leme da nau
Nesta deriva em que vou.

Me confesso
Possesso
Das virtudes teologais,
Que são três,
E dos pecados mortais,
Que são sete,
Quando a terra não repete
Que são mais.

Me confesso
O dono das minhas horas.
O das facadas cegas e raivosas
E o das ternuras lúcidas e mansas.
E de ser de qualquer modo
Andanças
Do mesmo todo.

Me confesso de ser charco
E luar de charco, à mistura.
De ser a corda do arco
Que atira setas acima
E abaixo da minha altura.

Me confesso de ser tudo
Que possa nascer e mim
De ter raízes no chão
Desta minha condição.
Me confesso de Abel e de Caim.

Me confesso de ser Homem
De ser um anjo caído
Do tal céu que Deus governa.
De ser um monstro saído
Do buraco mais fundo da caverna.
Me confesso de ser eu
Eu, tal e qual como vim
Para dizer que sou eu
Aqui, diante de mim!

(Miguel Torga)




terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ainda o discurso presidencial...

Olá.

É muito bom verificar que o blog está a cumprir o seu objectivo, a fazer-nos comunicar e partilhar.
:)
Tenho estado atenta aos vossos posts e comentários e hoje, se me permitem, vou aproveitar a inspiração da Patrícia ao fazer-nos ler o discurso inspirado do presidente dos EUA e vou recuperar algumas das ideias...

"nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores
escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as
vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a
esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem
duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.E hoje é nesse
assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela
sua própria educação.Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não
tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa
oportunidade que a educação vos proporciona."

Onde lemos escola/estudos podemos ler Liga/Projectos...

Onde lemos professores/pais, incluam-me também a mim como coordenadora do Projecto...

Neste Projecto em que cada um entrou porque se sentiu motivado para tal e onde se mantém há mais ou menos tempo, todos têm alguma coisa para dar... Basta quererem... Com mais ou menos disponibilidade, desde que haja empenho e se cumpram as metas pessoais...

E a responsabilidade começa justamente em impor metas que sejam realistas!

decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente.

Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar
Como vos disse na reunião de início de ano (ou como vos digo todos os inícios de ano), é importante tomarmos consciência do que correu mal. Não para nos lamentarmos e acharmos que não conseguimos mas antes para nos levantarmos, olharmos em frente, tomarmos impulso e irmos longe... até às tais metas...
E já agora, faço minhas as perguntas do Sr. Barack Obama:

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

Um beijinho amigo
Cristiana

domingo, 20 de setembro de 2009

Desafios á la Patrícia



Desafio 1- Dar-me a conhecer

O meu nome é Patrícia, tenho já muitos aninhos mas sinto-me sempre com 18! Sou de Paredes, mas sinto que tenho uma costelazinha do Porto porque foi lá que frequentei a faculdade! Quanto ao meu clube de eleição sou de corpo e alma portista, sem qualquer tipo de dúvida!

Gosto de viver a vida como um jogo. E desde o nível 1 opto por escolher um estilo de vida o mais saudável possível para mim e para o planeta. Adoro natação e pratico danças de salão. Não fumo e como muita salada. Uhmmmm….tão bom cenorurinha crua!… Reciclo e transformei o meu carro em GPL. Sim, a verdade é que tenho emitido menos CO2 no meu trajecto para o trabalho. Sempre que possível até partilho o carro. É bom para o ambiente e óptimo para mim que assim posso conversar, o que me faz tão bem…

Mas falando em jogo, vejam lá isto…

Desafio 2- Desafiar-vos a conhecerem-me

Apresento em baixo questões e várias opções de respostas. O quizz que te apresento deixa o BUZZ cheio de inveja. Tenta acertar!




1.Que idade tenho?
a) A idade que conta é a psicológica
b) Já tenho idade para ser tratada por senhora
c) Parece que já tenho idade para não andar nestas coisas



2.Qual foi o grupo de jovens a que me associei há cerca de 11 anos?
a) Jovens Promotores de ideias para ganhar dinheiro
b) Jovens Parentes do Sócrates
c) Jovens Promotores de Saúde



3.Com que frequência aconselho visitar este blog?
a) A toda a hora, não convém ter mais actividades para além desta durante o dia
b) Pelo menos com frequência semanal
c) Quando o rei faz anos

Ora, se chegaste até aqui significa que aceitaste os 2 desafios que te propus. Dou-te os parabéns por seres curioso(a). Brevemente, publicarei as respostas (nas quais reconheço uma certa complexidade) e não te esqueças, vem cá e dá uma vista de olhos ao resultado…

Até breve…

Saudações Juvenais

Patrícia

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Começar as aulas também a reflectir....




MANIFESTO DE OBAMA PARA OS ALUNOS *
/9 de Setembro de 2009/

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.


É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.



Começar as aulas a rir...


Professor:O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno:Puré de batata, senhor professor.


O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
-Cala a boca, Alberto.


"Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.·


- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!


Professor:Chovia que tempo é?
Aluno:É tempo muito mau, senhor professor.

Professor:Quantos corações temos nós?
Aluno:Dois, senhor professor.
Professor:Dois!?
Aluno:Sim, o meu e o seu!


Professor:Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno:Sim, senhor professor:Um queijo e quatro vacas.


Um aluno de Direito a fazer um exame oral: O que é uma fraude?
Responde o aluno:É o que o Sr. Professor está a fazer.
O professor muito indignado:Ora essa, explique-se...
Diz o aluno: Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita daignorância do outro para o prejudicar!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Um Projecto, uma metodologia...

Já há muito tempo que este blog está inactivo, mas a experiência vai-me dizendo que é tudo uma questão de começar, por isso cá estou a fazer essa tentativa.
O mês passado ultrapassamos o nosso Medo e conseguimos encher uma sala para ver teatro e participar num debate, este mês a proposta é que sonhemos...

Na Sexta-feira, em reunião com os professores dinamizadores dos Jovens Promotores de Saúde, alguém disse que este projecto era um sonho meu... Respondi na altura e confirmo aqui que este projecto é um sonho de todos nós... eu apenas tento pô-lo em marcha. Mas mesmo isso só consigo com a vossa colaboração!

Por isso, mãos à obra.
E hoje vou deixar-vos um pouco do que é a metodologia deste projecto - a educação por pares.

A 17 de Maio de 2007, o Jornal Público editava um artigo sobre o método desenvolvido por Eric Mazur, da Universidade de Harvard e em parangonas, no cimo da página, lia-se
"O professor tem de sair do palco e passar para o papel de treinador"
Na avaliação de final do curso que os alunos de Harvard fazem aos docentes, Eric Mazur recebeu o seguinte comentário: "O professor Mazur não ensina nada, nós temos de aprender tudo sozinhos." Ao contrário do que seria de esperar, o episódio é contado pelo visado com satisfação. É precisamente esse o objectivo do físico que em 1990 percebeu que havia alguma coisa errada na forma como estava a fazer chegar a informação aos seus alunos. Um simples teste de Física mostrou que os "brilhantes" alunos de Harvard aprendiam, mas não compreendiam a matéria.
Nos primeiros anos de ensino, Eric Mazur dava as suas aulas à semelhança das que tinha recebido: nas cadeiras do anfiteatro, os alunos ouviam o que o professor ensinava e, desta forma, processava-se a desejada transferência de informação. Tão simples e tradicional quanto isto.
Tão "sem sentido", "ineficaz" e "aborrecido" quanto isto, acrescenta o professor de Física aplicada.
Mazur decidiu mudar quando, perante um simples problema de Física, que recorria a um exemplo prático e que não constava nos manuais ou modelos ensinados nas aulas, os seus alunos ficaram confusos.
A partir daí Mazur passou a privilegiar a etapa da assimilação da matéria.
"O professor tem de sair do palco e passar para o papel de treinador que ajuda os alunos a aprender."
Promove a discussão entre os alunos para que se convençam uns aos outros e obtenham a resposta certa. E assim é levado à prática o conceito "educação entre pares".
Os alunos conseguem explicar muito bem a matéria uns aos outros. O facto de os professores já saberem muito faz com que, por vezes, não consigam resolver as dificuldades 'básicas' colocadas pelos alunos.
Os estudantes que se colocam no papel de professores melhoram a sua compreensão e o desempenho dos alunos nos exames melhorou de forma dramática. Comparando os dados do tempo em que dava aulas de forma tradicional com os obtidos com o novo modelo, Eric Mazur assinala que o ganho triplicou.
O professor garante ainda que o método pode ser usado em qualquer disciplina e mesmo em qualquer grau de ensino. As pessoas adoram sentir-se envolvidas. Tal como só se pode ensinar alguém a tocar piano tocando, ou correr a maratona correndo, Mazur conclui:
"Só quero que os alunos pensem."
Aliás, segundo defende, a tradicional forma de dar aulas - um professor a debitar informação para os estudantes e estes a tirar apontamentos e a memorizar os dados - poderia até ser substituida por um vídeo ou por um iPod. "Com a vantagem de termos botões para voltar atrás ou fazer pausa, se for preciso".
E vocês, o que acham disto?